segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A EDUCAÇÃO E A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.

Estarei escrevendo sobre a relação EDUCAÇÃO X CONSTITUIÇÃO e refletindo questões relevantes e de interessse de todas as pessoas que acreditam que o Brasil só terá exito se houver uma grande Revolução na Educação Brasileira, com investimentos maciços de recursos financeiros que venham resolver de uma vez por todas os problemas que a Educação Brasileira atravessa, desde seu descobrimento até hoje.
Visto que o Governo Brasileiro hoje coloca o Brasil como uma Econômia sólida e segura, inclusive passando da condição de Pedinte para Fornecedor (dinheiro), isto mostra, acredito eu, que o Brasil tem dinheiro para resolver todos os problemas que aflingem o Povo.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A LUTA CONTINUA PROFESSOR...

Precisamos reagir a inércia, não queremos apenas ser mais um na multidão, nosso lugar é na Sala de Aula participando da formação de nossos alunos. A história nos mostra: A educação não é coisa para amadores, sem a participação do Professor não podemos conceber a aprendizagem na sua totalidade. Esta é a hora, vamos reagir, sejamos corajosos, nossa luta é contra aqueles que acham que a educação é mercadoria de barganha politica.Não podemos ser omissos, nossa participação no processo politico-educacional é decisivo, fundamental e definitivo.Por isso quando o Professor faz greve é porque existem forças contrárias que obrigam o professor levantar trincheiras e lutar para defender sua própria existência.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Curso de 40 hs - Inclusão Digital

Estamos encerrando mais uma turma do Curso do Inclusão Digital para professores da rede pública do Estado.

1 - Antônia Maria Silva Alves
2 - Cristiane Almeida Carvalho
3 - Joseli Santos dos Santos
4 - Marilena Maia de Souza
5 - Leonice Lisboa Monteiro
6 - Maria Verinha Baia Pinheiro

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Escola Raimundo Vianna Martins: Inclusão Digital


Curso Inclusão Digital - Turma de professores da Escola Raimundo Vianna (USE 11)
1- Ana Ruth da Costa Coqueiro
2-Eliana Rute Oliveira Cardoso
3- Helder do Socorro Brabo
4- Iran Cornélio Sacramento Rodrigues
5- João de Souza Costa
6- Marilene de Nazaré Rodrigues de Andrade
7- Neuton Ferreira Chaves
8- Ocinei Nunes da Silva
9- Patricia Cynara Moreira Dias
10- Tarsila da Silva Ferreira
11-Deusenilde Lopes Vieira
12-Carla Rodrigues da Silva

domingo, 10 de maio de 2009

EU NA MIDIA



Jornal Liberal - 2002



Capacitação para professores da Rede Pública do Estado do Pará



Núcleo de Tecnologia Educacional de Belém

segunda-feira, 23 de março de 2009

Rede Colaborativa: Uma proposta pedagógica

Os Blogs colaborativos vem ocupando nos últimos três anos um papel de fundamental importância como ferramenta pedagógica na internet, estimulando os educadores e alunos a produzirem seus próprios conteúdos. Esta questão torna-se prioritária para aprofundarmos os debates que se fazem presentes, interagir, colaborar, contribuir na construção do conhecimento, fazemos da Rede de Blogs Colaborativos nossa bandeira para melhoria da Qualidade do Ensino Público no Estado do Pará.
Pensamos em Blogs Educativos, pensamos em Rede Colaborativa, logo, queremos partilhar nossas idéias, nossos projetos e com isso estabelecemos a cultura da troca e do intercâmbio virtual, fazendo das NTIC nossas armas na luta contra a inércia e a improdutividade do conhecimento.
“Redes constituem a nova morfologia social de nossas sociedades, e a difusão da lógica de redes modifica de forma substancial a operação e os resultados dos processos produtivos e de experiência, poder e cultura. Embora a forma de organização social em redes tenha existido em outros tempos e espaços, o novo paradigma da tecnologia da informação fornece a base material para sua expansão penetrante em toda a estrutura social. Além disso, eu afirmaria que essa lógica de redes gera uma determinação social em nível mais alto que a dos interesses sociais específicos expressos por meio das redes: o poder dos fluxos é mais importante que os fluxos do poder. A presença na rede ou a ausência dela e a dinâmica de cada rede em relação às outras são fontes cruciais de denominação e transformação de nossa sociedade: uma sociedade que, portanto, podemos apropriadamente chamar de sociedade em rede, caracterizada pela primazia da morfologia social sobre a ação social”.Castells.
Neste contexto a Rede Colaborativa Local (Benevides, Marituba mais os municípios da URE 11) se define como um processo de agrupamento, articulação e otimização de propostas, recursos e competências, capaz de gerar um sistema de relacionamentos que organiza indivíduos e instituições de forma igualitária, em torno de um objetivo ou agenda comum de caráter público.
Assim percebemos que alguns significados da Rede Colaborativa Local estão contidos na seguinte definição: “Redes são sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições, de forma democrática e participativa, em torno de objetivos e/ou temáticas comuns. em dinâmicas que suporta o trabalho colaborativo e participativo. As redes se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes, caracterizando-se como um significativo recurso organizacional, tanto para as relações pessoais quanto para a estruturação pedagógica”.
Operada segundo os princípios do diálogo e da busca do consenso em torno de prioridades coletivamente estabelecidas, a Rede Colaborativa Local deve atender fundamentalmente a três exigências: - Legitimidade, Efetividade e Sustentabilidade.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Momentos - Poema para minha Filha Juliana

Naquele momento,
neste momento,
em todos os momentos
estamos criando nosso
momento de felicidade...

Minha Canção - Poemas

Dorme a cidade
Resta um coração
Misterioso
Faz uma ilusão
Soletra um verso
Larga a melodia
Siceramente
Dolorosamente
Doce a música
Silenciosa
Larga o meu peito
Solta-se no espaço
Faz-se certeza
Minha Canção
Réstia de luz onde
Dorme o meu amor.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Uso das Novas Tecnologias no Processo Ensino-Aprendizagem

JUSTIFICATIVAS PARA O USO DAS NTIC NAS ESCOLAS:

Educação e Novas Tecnologias: Esperança ou incerteza?(Juan Carlos Tedesco)

Busca-se em primeiro lugar, habilitar os estudantes para o aproveitamento de instrumentos que, em parte, já estão operando na sociedade e que provavelmente permearão a vida do trabalho, o lar e as comunicações no futuro.

Em segundo lugar, busca-se potencializar a aprendizagem dos alunos, seja com os princípios da didática tradicional ou concepções construtivistas. Em particular, espera-se aumentar a motivação dos alunos, melhorar suas capacidades de pensamento lógico e numérico, desenvolver suas faculdades de aprendizagem autônoma e de criatividade, e vaforecer atitudes mais positivas em relação à ciência e à tecnologia, assim como uma maior auto-estima por meio do domínio das tecnologias.

Em terceiro lugar, busca-se oferecer a docentes e alunos um meio que poderá conectá-los com uma fonte quase inesgotável de informação e lhes dar acesso a um enorme arquivo de conhecimentos. Os professores em particular deveriam se beneficiar dessa plataforma de conhecimento, podendo ter acesso na Rede a planejamentos de aulas ou unidades didáticas, assim como a materiais e recursos digitais. Teriam também à mão um meio para comunicar-se entre si e superar o habitual isolamento de sua prática professional, podendo criar grupos virtuais de trabalho, baseados em interesses comuns ou em torno de temas e disciplinas.

Em quarto lugar, busca-se tornar as escolas mais efetivas e produtivas, proporcionando-lhes um meio que, em outros setores da sociedade, particularmente nas empresas e escritórios, transformou os modos de organizar o trabalho e possibilitou melhorar desempenhos, os rendimentos das pessoas e os resultados da organização. Da mesma forma, espera-se que as NTIC sirvam para incrementar a eficiência da gestão escolar e para aumentar a potência e intensidade dos processos de ensino e aprendizagem.

Em quinto lugar, espera-se que escolas conectadas e comunidades gradualmente mais e melhor conectadas à Rede, facilitem a comunicação dos professores e administradores escolares com as famílias dos alunos e ajudem a estreitar as relações dos estabelecimentos com a comunidade. Espera-se também que, num futuro próximo, as novas tecnologias proporcionem novas modalidades de avaliar as escolas e as tornem, portanto, mais responsáveis ante seus clientes.

Em sexto lugar, espera-se evitar – ou pelo menos diminuir – a brecha digital existente entre os alunos de famílias de maior poder aquisitivo, que têm acesso à computação e à Internet em seus lares e habitualmente nas escolas privadas, e os alunos de lares de renda média e baixa que freqüentam escolas conveniadas (públicas). Espera-se também evitar que se alargue o abismo digital em relação aos países desenvolvidos, particularmente no tocante aos sistemas educacionais.

Por último, em sétimo lugar, busca-se resolver, mediante o uso da informática, os velhos problemas pendentes na região, de cobertura, eqüidade, qualidade e pertinência da educação.

Como se vê, são justificativas poderosas, carregadas de grandes expectativas, que empurram os sistemas educacionais – da educação inicial até a superior – a se equipar tecnologicamente e a ampliar a oferta de um ensino baseado no uso das NTIC.